Mais um baiano é identificado entre as vítimas da tragédia de Brumadinho

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Mais um baiano foi identificado entre as vítimas da tragédia de Brumadinho (MG), ocorrida na região metropolitana de Belo Horizonte, há quase 2 meses. Segundo familiares, Carlos Augusto Santos Pereira, de 49 anos, foi encontrado morto no início do mês de março.

A vítima, que trabalhava para uma terceirizada da Vale, foi enterrada na cidade de Mário Campos, também em Minas Gerais. Carlos era do município de Mata de São João, na região metropolitana de Salvador, e trabalhava em Brumadinho junto com o filho, Cássio Cruz Silva Pereira, de 27 anos, que também morreu na tragédia.

Dos baianos que desapareceram após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, um jovem de 22 anos ainda não foi encontrado. Alex Mário Bispo é da cidade de Santo Amaro, no recôncavo baiano. Ele também trabalhava para uma terceirizada da Vale, junto com o tio, Ademário Bispo, e estava na área atingida pela lama quando a tragédia ocorreu. Ademário Bispo encontrado morto no dia 9 de março.

Além de Carlos Augusto, foram identificados Ednilson dos Santos Cruz, de 23 anos, que foi localizado em 29 de janeiro; Tiago Coutinho do Carmo, de 34 anos, que foi encontrado em 17 de fevereiro; George Conceição de Oliveira, de idade não divulgada, que foi achado em 19 de fevereiro; Cássio Cruz Silva Pereira, de 27 anos, encontrado em 23 de fevereiro e Ademário Bispo, de 49 anos.

Foto: Reprodução/ Facebook

O rompimento da barragem de rejeitos ocorreu no dia 25 de janeiro e atingiu o Córrego do Feijão, em Brumadinho. Por onde a lama passou, deixou um rastro de sujeira e pessoas mortas e desaparecidas. Além das instalações da Vale, uma pousada e algumas casas foram destruídas.

Contudo, o presidente da Vale, Fábio Schvartsman, diz que os principais atingidos eram funcionários da empresa. Eles estavam em horário de almoço no momento da tragédia, e o refeitório do local foi destruído pela lama.

Mais de 210 pessoas já foram encontradas mortas. Outras 96 estão desaparecidas. As buscas seguem na região.

Fonte: Acorda Cidade

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